Em uma cúpula presidencial esvaziada, os sócios do Mercosul devem assinar um acordo que agiliza trâmites aduaneiros e reduz custos em operações de comércio exterior, mas vão deixar para um futuro incerto a medida mais desejada pela presidência brasileira à frente do bloco neste semestre: o anúncio do plano de corte unilateral da Tarifa Externa Comum (TEC).
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