Especialistas em nutrição recomendam que as fórmulas para lactentes e subsequentes contenham a mesma quantidade de ácidos graxos ômega 3 e ômega 6, pois eles afirmam que novos padrões regulatórios não vão longe o suficiente. Em um documento de posicionamento, a Academia Europeia de Pediatria e a Fundação para a Saúde da Criança defende a adição do ácido araquidônico (AA) e dos ácidos graxos ômega-6, os quais não há obrigação atualmente.
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